domingo, 30 de maio de 2010

terça-feira, 25 de maio de 2010

A minha alma tá muito pequena mesmo.

sábado, 22 de maio de 2010

O inferno sou eu

Você quer tudo - esbravejou.
E, assim, escutou a seguinte resposta em imediato:

-Eu vou ter tudo.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Flirting with disaster.

domingo, 16 de maio de 2010

Um dos melhores dias. Com certeza.

sábado, 15 de maio de 2010

Die bitch day.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.Déjà-vu.

Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.Merde.


Ah, também quero.
Não, eu não gosto que me sigam.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Gosto muito que me acompanhem. Muito.

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Hayden White pergunta: Que tipo de mistério está envolvido no desejo de transformar eventos reais em estórias?

Scusa e Grazie

Após pedir desculpas pelo seu português, o cineasta italiano Roberto Orazi, convidado por Eduardo Machado para participar do primeiro dia do curso “Estratégias de investigação jornalística”, começou a explicar o processo de desenvolvimento do seu documentário que estava sendo exibido na sala Liber da Biblioteca Central da UFPE.
H.O.T – human organ traffic – aborda o tráfico de órgãos nos países em desenvolvimento, sobretudo a venda de rins. A história se inicia em Pernambuco, um dos poucos locais em que houve investigação e julgamento de um crime relacionado ao tráfico ilegal de órgãos. Apesar dos prêmios acumulados pelo filme com pouco mais de uma hora de duração - dentre eles o Enel Cuore de melhor filme Social, no quarto festival internacional de cinema de Roma – a atenção maior dos estudantes presentes estava no fato de que as estratégias de investigação do cineasta muito se assemelharam com as usadas no jornalismo. Contudo, ele fez questão de frisar que sua abordagem é diferente da jornalística, prefere perguntar “Quem é você?” a “Que história você tem pra me contar?” O jornalista procura um personagem, Orazi quer um herói. Vestindo calça jeans e camisa social, acompanhados por um par de sapatos all-star, o convidado explicou que a idéia foi sugerida pelo produtor do filme, Riccardo Neri, e que com ela viu a oportunidade de expandir seu campo de atuação, uma vez que seus dois documentários anteriores tinham se limitado à Itália.
Foi possível perceber a seriedade com que o cineasta trata seus filmes ao observar sua constante preocupação em responder as perguntas de maneira clara, bem como o respeito às suas personagens, evidenciado no momento em que quase diz o nome do personagem principal de H.O.T – um Nepalense de 19 anos – mas, impede a frase, a fim de preservar sua identidade. Durante seu discurso, Ficou claro que Orazi não é um observador alheio ao que grava. Ele comentou a contradição que é a venda de um rim pela maioria dos “doadores” em países como o Nepal. “Eles precisam de força [para trabalhar], mas acabam vendendo essa força e morrendo 10 anos depois porque não têm ajuda da saúde pública”. Tais palavras transmitem seu senso de preocupação e, por conseqüência, a necessidade de denúncia. “No Nepal, um rim vale 800 reais”, continua. Mesmo com o sotaque forte e a eventual necessidade de tradução para algumas palavras, parece que, ao invés de fonte de desculpas, o português de Orazi deve ser visto como motivo de agradecimento.
Por João Vitor Cavalcanti.
Bang! I've just shattered a heart.
And, you know, the bigger the heart, the easier to break.

-Thanks for playing ;)

quarta-feira, 5 de maio de 2010

E aqui reside todo meu egoísmo ao me guardar para mais ninguém além de mim.

terça-feira, 4 de maio de 2010



Moi non plus.
É, Wilde. Realmente é uma pena ver os melhores querendo ser bons.

domingo, 2 de maio de 2010

19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.19 páginas.

Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.Chato.
Querido grupo de método de pesquisa em comunicação I,

Devido à nossa incompatibilidade de horários, ficou acertado que amanhã (03/05), às 10 horas da manhã, faremos nossos trabalhos, são eles:

#Desconstrução do artigo enviado para o e-mail da turma, ESSA PORRA VALE NOTA e eu tô mtumtumtu a fim de acidentalmente não pôr o nome de alguém que não colaborar nesse trabalho , além da:
#Continuação do nosso projeto de pesquisa, já que precisamos melhorar algumas partes que ficaram uma merda criticadas por Paula e avançar nos demais tópicos no roteiro, ela nos indicou dois textos, inclusive, os quais já tenho em minha posse e seria bom que dessa vez, mais da metade do grupo os lesse pudessemos debatê-los, por isso os levarei na terça-feira. Mas, a gente vai prosseguir com o trabalho amanhã mesmo, até porque temos a incrível habilidade de enrolar sem ler o texto, qualquer coisa errada, corrigiremos antes de entregar.

Conto com o ar de vossa graça e nem preciso lembrar que toda ausência é atrevida, por isso estarei esculhambando quem não aparecer cada membro do grupo é de suma importância devido à sua imensurável capacidade de contribuição.

1 bjs azedo, porque doce enjoa,

Janja.

sim, eu gostei muito desse efeito do orkut

P.S: Tá meio que implícita a necessidade de ler o artigo antes, né? Tá mais não, porque resolvi explicitar.
Lindo, rico e inteligente.

Porém, muito bem disfarçado.
Grande merda.