domingo, 14 de novembro de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
domingo, 1 de agosto de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
segunda-feira, 28 de junho de 2010
sábado, 26 de junho de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
segunda-feira, 21 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Migserável
Depois disso, CHUVA!
domingo, 13 de junho de 2010
São vocês!
Lindo, Sartre. Muito lindo.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
segunda-feira, 7 de junho de 2010
domingo, 6 de junho de 2010
Menu du jour
* Un prophète
* Coco Chanel & Igor Stravinsky
"Je veux les trois, s'il vous plaît"
domingo, 30 de maio de 2010
terça-feira, 25 de maio de 2010
sábado, 22 de maio de 2010
O inferno sou eu
E, assim, escutou a seguinte resposta em imediato:
-Eu vou ter tudo.
terça-feira, 18 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
sábado, 15 de maio de 2010
quarta-feira, 12 de maio de 2010
terça-feira, 11 de maio de 2010
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Scusa e Grazie
H.O.T – human organ traffic – aborda o tráfico de órgãos nos países em desenvolvimento, sobretudo a venda de rins. A história se inicia em Pernambuco, um dos poucos locais em que houve investigação e julgamento de um crime relacionado ao tráfico ilegal de órgãos. Apesar dos prêmios acumulados pelo filme com pouco mais de uma hora de duração - dentre eles o Enel Cuore de melhor filme Social, no quarto festival internacional de cinema de Roma – a atenção maior dos estudantes presentes estava no fato de que as estratégias de investigação do cineasta muito se assemelharam com as usadas no jornalismo. Contudo, ele fez questão de frisar que sua abordagem é diferente da jornalística, prefere perguntar “Quem é você?” a “Que história você tem pra me contar?” O jornalista procura um personagem, Orazi quer um herói. Vestindo calça jeans e camisa social, acompanhados por um par de sapatos all-star, o convidado explicou que a idéia foi sugerida pelo produtor do filme, Riccardo Neri, e que com ela viu a oportunidade de expandir seu campo de atuação, uma vez que seus dois documentários anteriores tinham se limitado à Itália.
Foi possível perceber a seriedade com que o cineasta trata seus filmes ao observar sua constante preocupação em responder as perguntas de maneira clara, bem como o respeito às suas personagens, evidenciado no momento em que quase diz o nome do personagem principal de H.O.T – um Nepalense de 19 anos – mas, impede a frase, a fim de preservar sua identidade. Durante seu discurso, Ficou claro que Orazi não é um observador alheio ao que grava. Ele comentou a contradição que é a venda de um rim pela maioria dos “doadores” em países como o Nepal. “Eles precisam de força [para trabalhar], mas acabam vendendo essa força e morrendo 10 anos depois porque não têm ajuda da saúde pública”. Tais palavras transmitem seu senso de preocupação e, por conseqüência, a necessidade de denúncia. “No Nepal, um rim vale 800 reais”, continua. Mesmo com o sotaque forte e a eventual necessidade de tradução para algumas palavras, parece que, ao invés de fonte de desculpas, o português de Orazi deve ser visto como motivo de agradecimento.
Por João Vitor Cavalcanti.
quarta-feira, 5 de maio de 2010
domingo, 2 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
quinta-feira, 22 de abril de 2010
quarta-feira, 21 de abril de 2010
segunda-feira, 19 de abril de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
Marcus's wisdom
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Monster House
segunda-feira, 12 de abril de 2010
domingo, 11 de abril de 2010
Porque estudar mídia.
Balas mágicas atravessando espelhos e embriagando massas com efeitos narcotizantes. Mediadas pelos usos e satisfações, usos com satisfações, satisfações sem uso. Agendando a crítica, mesmo que essa venha da escola. Editando a Miséria no Jornalismo Brasileiro. Todas nascidas de Ilusões Perdidas, estímulos cujas respostas não chegam ao punctum. Vivem em interacionismo simbólico, imparcialmente gerando uma espiral do silêncio a fim de evitar o ruído do pathos. Às vezes, ricocheteiam em rotulações desnecessárias como Fait Divers, Newsmaking, Gatekeeping, todas de um preconceito lingüístico bastante apurado. Existem para colorir chapas que cinicamente permanecem brancas, servem para, de maneira obrigatória e diplomática, proteger um bem extremamente perecível, uma verdadeira Obra de Arte nesta era de reprodutibilidade técnica: a notícia.
- Viva à web 2.0 que me permite atirar no escuro.





